sábado, 7 de março de 2009

Se Florbela, eu fosse!



Ah, se viesses ver-me, se pudesses, agora, dissipar essa saudade, cuja medida é inversamente proporcional à empregabilidade correta dos pequenos gestos (e dos maiores também), cuja intensidade é diretamente proporcional à distância, ao tempo, às adversidades. Bem me recordo do eco dos teus passos, risos, beijos doces bem traçados e abraços. Do sono pesado. E escondendo o castanho dos meus olhos, encolher-me nos teus braços. Ah, se viesses ver-me...

P.S.: Completamente inspirado no poema "Se tu viesses ver-me".


5 comentários:

Patricia disse...

essa florbela, seria a florbela espanca? :P

feliz dia das mulheres!
beijo*

Thiago Assis disse...

eu li Florbela um tempo desses e gostei, mas não li de novo novamente, não sei o motivo.
A história dela é interessante =]


ps: o áudio ficou belíssimo
ps 2: o resultado da inspiração ficou tão belo quanto o original.


www.thiagogaru.blogspot.com

Thiago Assis disse...

"de novo novamente" foi de lascar, desculpa aí, devo ter ficado em dúvida sobre qual das duas expressoes colocar e pus as duas =p

Carlinhos Black disse...

Física sentimental. hahá! ;)

Carla Arend disse...

e completamente lindo.

:)